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sábado, 26 de maio de 2018

Natalia LaFourcade - Musas: un homenaje al folclore latinoamericano en manos de Los Macorinos, vol. 1 (2017)

Natalia LaFoucarde é uma artista impressionante, que demonstra uma capacidade de se reinventar e dialogar com a música desde Hasta la Raiz, de vertente mais pop, até se metamorfosear em Musas, com uma proposta clara de dialogar com a latinoamerica. Para fazer este trabalho em grande estilo, foram recrutados Los Macorinos, dupla experiente de músicos que já trabalharam com gente do peso como Chavela Vargas. As músicas são de uma consistência incrível, que raramente temos oportunidade de ouvir, seus arranjos conseguem trabalhar bem uma complexidade grande, mas ainda suficientemente inteligível sem o dispêndio de uma soma considerável de atenção. Foi Soledad y el mar que me pegou de surpresa, a ponto de não conseguir mais parar de ouvir Natalia Lafourcade, e me levando aos hits Tú si sabes querrme, Rocío de todos los campos e Mi tierra veracruzana. Para mim é um disco de consistência semelhante a um Transa do Caetano Veloso, ou seja, será ouvido durante muito tempo.


VivaAméricaLatina!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Chet Baker - Italian Sessions (1962)

Chet Baker é definitivamente um dos maiores jazzistas, e mesmo sem ouvir nada de jazz você já ouvi falar dele, ou já escutou alguma vez my funny valentine (que foi por ele imortalizada). Curioso que Baker teve uma carreira conturbada, fazendo sucesso rápido e jovem, logo começa aquele típico caminho para a decadência de deixar muito roqueiro no chinelo. É nesse clima de decadência que ele acaba indo para Itália, onde lançou uma série de materiais medianos, porém este disco é um material acima da média, segundo a jazz times, bem acima da média - e eu concordo. Um disco praticamente tão bom quanto o Chet Baker Sings, apesar da sonoridade e proposta bem distintas. Gosto que o uso do trompete (e as vezes da flugelhorn) são de uma suavidade maravilhosa! É isto que encanta em Chet Baker, e faz com que você possa ouvir músicas e mais músicas. Não por acaso, sua imagem durante muito tempo foi associada a alguma coisa como um James Dean do jazz, rapazinho bonito e sedutor, sua música é assim mesmo.

obs: o catálogo de Chet Baker é algo absurdo, e este disco foi originalmente lançado como Chet is Back em 1962, para em 1990 ser relançado como Italian sessions. Como o arquivo estava assim nomeado, mas a data das gravações é de 1962 preferi ir por este raciocínio.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Charles Mingus - Blues & Roots (1960)

Este disco me fez pagar pelos meus pecados. Sempre declarava que havia um problema sério no jazz pelo fato dos músicos se divertirem mais do que a plateia. Não é um ritmo fácil de ser ouvido, exige maturidade, e dai meu desprezo por esse pedantismo de que você não pode dizer que não gosta de jazz. Você não entende de música se diz isso. Verdade que todo mundo gosta de alguma coisa de jazz, vai dizer que não vibrou quando viu o filme do Ray Charles ou Whiplash? Ou que não acha chique as trilhas sonoras do Woody Allen? Bem, mas falar de Jazz é a mesma coisa que de rock. Charles Mingus é um desses baixistas ligados ao vanguardista momento pelo qual o jazz passava no pós-guerra. É um jazz mais complicado e menos usual do que as orchestra. Demorei para sacar que o lance nesse disco (e outros) é o tempo. Música é tempo, se não está no tempo certo, não está bom. O que faz um ritmo ser diferente do outro, e logo uma música diferente da outra é o tempo. Disco já para além do Be Bop, mas que apresenta as variações de tempo ao longo das faixas, prazeroso escutar os berros no estúdio conforme a banda prossegue. Dai fica fácil entender o porque do jazz ter se tornado um estilo musical tão associado ao urbano e noturno. Seu ritmo quebrado, seu improviso combinam com a vida urbana e sua experiência.

ChutenocÜ!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Sun Records - the Rhythm & the Blues (2012)

Tempo atrás retomei aquele som 50-toso que eu conhecia pouco. Muitas vezes é uma delícia retomar sons, estilos ou bandas que fazia tempo você não ouvia. Mergulhando nesses sons, a Sun Records se constituiu uma Mecca, e não há nada de novo em dizer isso. O legal mesmo são as coletâneas que tem por ai da Sun, e neles temos uma série de bandas e músicas ótimas que nunca ouvimos falar. O curioso é que a Sun trabalhou muito no esquema dos singles, e esse formato de mídia está ligado a outra forma de ouvir música. As canções aqui são bem interessantes, há mais "músicas negras", da qual Sam Philips (o dono da gravadora) era fanzão. A faixa de abertura "Let the good times roll" e "Polk Salad Annie" são meus dois destaques elegidos, mas vai na fé que o disco todo é fácil, prazeroso de ouvir. Acho incrível que as técnicas de gravação, segundo me parece, eram mais rústicas e ainda assim as canções são ótimas, o que só me faz pensar na relação outra que tinham com a música.

sábado, 27 de junho de 2015

Neil Young - Neil Young (1968)

Logo no começo de carreira Neil Young lançou aqueles discos maravilhosos, everybody knows this is nowhere, after gold rush, harvest, que são de longe os discos mais significativos e comentados do músico. Apesar deste seu disco de estréia entrar em listagens mais longas do período, é usual que ele fique de fora, a meu ver, não por ser um disco ruim, pelo contrário, nele já podemos ouvir toda a qualidade daquilo que vêm pela frente, mas talvez, por ainda não ser tão maduro (como sempre se busca justificar as coisas) ele não chega a ser uma das obras primas gravadas em seguida. Justiça seja feita, creio que é um disco até melhor que alguns outros que aparecem mais tarde na carreira do sujeito em questão, e que este disco mereceria mais espaço, por isso o coloco aqui. Confesso que escuto o disco e fico imaginando aquelas cidades norte-americanas que ficam justamente no interior do país (como parece ser o caso de Winnipeg, cidade onde Young se criou), e por isso essa fusão com a música country. Pelo que suspeito, essa rapaziada dos anos 60 estava numa vibe de buscar as raízes, retomar o contato com a terra e essas coisas que já ouvimos falar em algum lugar, creio que é dai que os músicos começam a incorporar elementos destas músicas de raiz de seus respectivos países (temos Mogollar, Erkin Koray, Mutantes, Fela Kuti, e toda uma galera que circulava nessa temporalidade. Curioso pensar sobre isso.

ChuteNoCÜ!

domingo, 23 de março de 2014

Las Vegas Grind, part 2

Las vegas é um simbolo muito forte da cultura americana. Parece que por lá as coisas são todas possíveis, talvez por isso sua conotação sexual tão forte (mesmo que hoje em dia seja proibida a prostituição dentro dos limites da cidade). A música querendo ou não sempre foi algo importante na sociedade, seja como algo principal da noite, seja apenas como ambiência ou como pano de fundo para um show de strip tease. O que chama atenção aqui é este "rockabilly" incomum, particular, estranho, difere do Little Richard, Elvis ou Chuck Berry, mas ainda é Rockabilly. A originalidade chama muito a atenção, talvez pelo propósito final as músicas tem poucas vozes, geralmente quando se canta ou fala é alguma brincadeira ou simplesmente berros e gemidos, essas brincadeiras são acompanhadas pela banda que batuca aqui, toca um acorde diferente ali, muda o ritmo e por ai vai. De qualquer forma é uma boa coletânea para se ter. Logo posto as outras partes (parece que há até o volume 6).

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Música Indiana


Para além de todo o misticismo em torno da Índia, o que há de mais tátil lá é a sua pluralidade. Talvez a Índia seja, junto com o Brasil, um dos únicos países no mundo com tanta diversidade cultural. As questões religiosas refletem isso, há tantas religiões na Índia quanto ritmos musicais. O instrumento mais famoso é de longe a Sitar. Seu som peculiar é largamente associado a psicodelia. Dentre os músicos que tocam Sitar, Ravi Shankar é uma espécie de Jimi Hendrix do instrumento.
Por acaso é o disco the sounds of India de Ravi Shankar que está no livro 1001 discos para ouvir antes de morrer – onde clássicos e mais clássicos da música pop aparecem. O disco não foi escolhido por acaso, é nele que temos a faixa an introduction to indian music, onde ele explica coisas básicas como o tempo da música indiana. A ideia é ótima para nós ocidentais irmos conhecendo a música oriental e entendermos ela. Apresentando em separado cada parte, elas ficam mais claras quando executadas junto. Igual aquela cena do Moonrise Kingdom.
A música europeia é a que criou as partituras, onde as notas estão indicadas e o tempo da música está ali também (colcheias, semi colcheias, etc). Este tipo de notação musical surge com um tipo de música, a europeia.
Porém tem algo que pode estranhar a nossos ouvidos acostumados com a voz humana, não há vocais na música de Ravi Shankar. E se existe algo bonito são as variações feitas pelas Surdas. Elas são cantoras de hinos sagrados, geralmente em devoção a Krishna. Como muitas delas são cegas, se crê que a cegueira lhes facilitaria a habilidade para o canto, sendo sua voz um dom divino. As letras são em forma de poesia, hinos devocionais. Você com certeza já ouviu algum canto devocional das surdas, nem que seja como trilha de fundo de algum filme ambientado na Índia. Por acaso um belo dia encontrei o disco Surdas Bhajans hindi devotional de Sangitha Kalanidhi M. S. Subbulakshmi. Mesmo sem conseguir pronunciar seu nome, me apaixonei por sua música rapidinho. A presença de vocais se mistura com outros instrumentos da música indiana que geram um som tal que te leva para longe.
George Harrison e Ravi Shankar
Mesmo começando com o clássico Ravi Shankar, muita gente (inclusive eu) parou para ouvir alguma música indiana com os Beatles, mais especificamente George Harrison e o disco Revolver. George Harrison é apontado como um dos precursores na mistura da música indiana clássica com o rock, chegando até mesmo a tomar aulas de sitar com Ravi Shankar e ficando um bom tempo na Índia para se aperfeiçoar. Seu trabalho é notório, mas segundo declarações suas ao justificar seu “abandono” da Sitar coloca: “jamais chegaria a ser um bom tocador de sitar e isso não melhorou em nada minha guitarra”.
Acredito que a mistura da música indiana com o rock tenha seu exemplo mais bem sucedido com Ananda Shankar, parente de Ravi Shankar. Ananda foi encontrado por Jimi Hendrix em Nova York que logo o convidou para produzirem alguma música juntos. Parece que Jimi Hendrix buscava um som novo e amou a Sitar de Ananda. Até chegaram a ir para o estúdio, mas tudo o que Hendrix e Shankar conseguiram foi brigar. Depois disso Ananda Shankar decidiu gravar seu próprio disco. O resultado foi o homônimo Ananda Shankar em 1970.
Depois da era hippie a cultura indiana parece que conseguiu furar um pouco essa cultura ocidental moderna tão dura e rígida. O objetivo da contracultura é justamente este, criar algo novo em negação a sociedade que existia, uma alternativa para esse mundo cão.
Recentemente tomei contato com o som ácido indiano dos anos 1960. Como em todo lugar, eles produziam sua própria versão daquele som maravilhoso dos incríveis anos sessenta. Gosto bastante desta psicodelia de garagem, muito mais do que todo o refinamento e perfeição de bandas como Yes ou Pink Floyd. A sujeira faz com que as coisas sejam menos estéreis.
Se você já assistiu Ghost World, com toda certeza gostou da entrada quando toca Jaan Pehechaan ho, a música mais explosiva para balançar braços e cabeça na sua vida! Partindo dai, podemos perceber que não só de música clássica vive a Índia. Apesar de toda yoga e ayurveda, eles possuem seu lado ocidental. Podemos escutar a Simla Beat, coletânea do festival organizado pela marca de cigarros Simla, que gravou em duas edições as músicas dos participantes vencedores (o concurso ocorria em várias regiões da Índia). Não espere por Sitars ou algo indiano, temos um esforço descarado em imitar as bandas americanas e inglesas. Curioso afinal, já que o que torna a Índia tão famosa, e não só na música, é essa sua particularidade em relação ao mundo ocidental (europeu). Simla Beat não passa de uma boa coletânea de música rock psicodélica de garagem indiana dos anos 1960, som fácil e gostoso de ouvir. Mas o encontro entre a Índia e a cultura ocidental não para por ai. 
Om, provavelmente o mantra mais famoso.

 O que pouca gente sabe é que a província indiana de Goa, que foi até o ano de 1962 colônia portuguesa, vai se transformar num reduto dos Hippies. Isso fará com que mais tarde Goa se transforme num templo das raves, e parece continuar sendo. O curioso é que um dos primeiros discos para as raves é produzido na Índia! Charanjit Singh lança seu Ten ragas to a disco beat, e temos a rave lançada para o mundo. O nome já anuncia o caráter meditativo da música (lembra do raga citado acima?). Nada mais que os primórdios do eletrônico. Pode nos parecer até mesmo demasiado repetitivo, mas imagine este som em 1982! Loucura pura! Ocorre que a Índia tem um caldeirão de sons tão grande quanto sua variedade religiosa, e por isso independente de ser tocado por um instrumento sagrado como a Sitar, a ideia do contato com o seu ser está sempre ali, e isto talvez seja o mais importante da música indiana para nós ocidentais, motivados por máquinas, fumaça e o tempo marcado do relógio.

Ps: para mais informações sobre os discos e download, clique nos links  ;)

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Beatles - Revolver (1966)


 Sem sombra de dúvidas se não fosse pelos Beatles a música hoje em dia não seria a mesma coisa. Devo admitir que eles são de longe a minha boy band favorita. Confesso que demorei anos para gostar de fato deles, mas os caras são realmente bons no que fazem. Mas tudo isto você sabe não é mesmo? O que temos de especial aqui neste disco é que os Beatles estão flertando com a psicodelia e não podemos esquecer eles são uma banda de música pop na época em que Revolver é lançado. Desta forma eles acabam trazendo mais do que a sitar para o grande público, estão misturando LSD com música indiana e mostrando isso para o grande público. Pode parecer estranho, mas o que eles estão fazendo é se esforçando por deixar o mundo menos coxinha (inclusive eles). Esta psicodelia não está tão clara quanto ficará mais tarde com Sgt Pepper, mas já temos uma amostra mais clara do que no disco anterior Rubber Soul. As faixas Love you To e a matadora Tomorrow Never Knows, usam da sitar e são as mais lisérgicas do disco apesar de todo o mérito de canções como Yellow Submarine, Taxman, Eleonor Rigby e outras tantas que acredito você já conhece.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Las Vegas Grind Part 1




Las Vegas Grind (em 6 partes), é uma série de compilações de rock n'roll, rythm & blues, garagem e soul a-go-go. A perfeita trilha sonora para  strip tease dos anos 60, e pra quem gosta de requebrar ao estilo twist. Las Vegas sempre foi um pólo de entretenimento, boêmia e cabarets, por isso acredito que os discos tenham esse título, apesar dos artistas não necessariamente serem do deserto do estado de Nevada.
Extremamente dançante, brincalhão e até bobinho, as músicas tem aquela conotação sexual cheia de jargões ("oh my baby boo"). Não espere grandes letras, mas uma coleção autêntica de rock oldschool com ótimos ritmos.
Os artistas, em sua maioria, não são conhecidos, mas ao mesmo tempo, não eram  totalmente parte de uma "subcultura", já que na época, gravadoras cediam espaço e rádios eram abertas a música jovem. Em uma proporção diferente da atual, Las Vegas Grind foi o som "hipster" de algum momento dos anos 60.
Las Vegas Grind foi lançado pelo sub-selo Strip, da lendária gravadora Crypt Records. Com o sub-selo Strip, eram lançados compilações rockabilly, garagem e r&b como LV Grind e Jungle Exotica (que pretendo falar sobre mais tarde).
Passe cera no chão, vista um bom sapato ou fique de meias, e se prepare para dançar muito (inspire-se em Mia Wallace e Vince Vega)!





quarta-feira, 6 de março de 2013

Velvet Underground - White Light/White Heat (1968)





 Velvet Underground é mais do que o disco da banana. White Light/ White Heat tem um forte tom de experiência em relação aos outros albúms.


  1. White Light/ White Heat
  2. The Gift
  3. Lady Godiva's Operation
  4. Here She Comes Now
  5. I Heard Her Call my Name
  6. Sister Ray

TragaBóiaMarina!

Bahia_Pirata!

terça-feira, 5 de março de 2013

The Sonics - Here are the Sonics (1965)





Se você quer saber da onde vem o rock de garagem, você precisa ouvir Sonics. Basicamente eles não eram uma boa banda, mas a energia das músicas e o "Q" de originalidade dão um ótimo tom. São uma dessas peças essenciais para entender isto tudo chamado de alternativo. Se não me engano esta gravação não foi feita por especialistas em gravação de bandas, ou haviam limitações técnicas, que de qualquer forma levaram a bateria ter sido gravada com menos microfones do que realmente precisava (o bumbo é o mais prejudicado). Um destaque especial para Santa Claus e a eterna Boss Hoss.


  1. The Witch
  2. Do You Love me
  3. Roll over Beethoven
  4. Boss Hoss
  5. Dirty Robber
  6. Have Love Will Travel
  7. Psycho
  8. Money
  9. Walkin' the dog
  10. Night Time is the Right Time
  11. Strychnine
  12. Good Golly Miss Molly
  13. Keep a Knockin'
  14. Don' Believe in Christmas
  15. Santa Claus
  16. The Village Idiot

TragaBóiaMarina!

&

PraQuemGostaDeTorrent!

domingo, 13 de janeiro de 2013

Los Saicos - Wild Teen-punk From Peru (1965)


 Parece que Joey Ramone adorava estes sujeitos do Peru. Reza a lenda eles são a primeira banda proto-punk (ou punk) do mundo. Música de altíssima qualidade (não as gravaões, mas a música). O som é bem original e bom para dançar. Curioso que uma vez assisti um video peruano contando sobre o rock no Peru (preciso investigar mais isso, tem coisa boa ai) e Los Saicos era a grande sensação, devido a originalidade e tudo mais, e um dos sujeitos fala que praticamente eles não escutavam rock. Acho enggraçado isso! Esse disco seria uma coletânea de todas as canções gravadas.
ps: o grande hit é Demoler, vale a pena começar por ai.
  1. Ana
  2. Besando a Otra
  3. Camisa de Fuerza
  4. Cementerio
  5. Come on
  6. Demoler
  7. El Entierro de Los gatos
  8. Fugitivo de Alcatraz
  9. Intensamente
  10. Lonely Star
  11. Salvaje
  12. Te Amo

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Edith Piaf - Best of


 Não gosto de coletâneas, mas gosto de Edith Piaf. Não sou um profundo conhecedor do trabalho dela, mas gosto do pouco que conheço através do filme que conta sua história e este disco que encontrei certa vez.

  1. La vie, L'amour
  2. La vie en Rose
  3. Milord
  4. Comme Moi
  5. Le vieux Piano
  6. Polichinelle
  7. Toujours Aimers
  8. L'Effet que tu me fais
  9. Mon Menege a moi
  10. Mon Dieu
  11. Hymne a l'Amour
  12. T'es Beau, Tu Sais
  13. Bravo Pour le Clown
  14. C'est l'Amour
  15. Non je ne Regrette Rien
  16. Le Goulante de Pauvre Jean
  17. L'Arccordeoniste
  18. Sous le ciel de Paris
  19. Le Bleu de tes Yeux
  20. Notre Dame de Paris
  21. La Croix
  22. Padam Padam
  23. La Foule
  24. La Marsellesa

tragabóiamarina!

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Link Wray & the Wraymen - Rumble


 Coletânea com os maiores sucessos deste guitarrista genial considerado o pai do Powerchord e da distorção. Sendo verdade ou não, digamos que ele faz um puta som pesado para os primórdios do rock'n'roll. Provavelmente você já ouviu alguma música dele em alguma película do Taratino.

  1. Rumble
  2. The Swag
  3. Batman (theme)
  4. Ace of Spades
  5. Jack the Ripper
  6. I'm Branded
  7. Fat Back
  8. Run Chicken Run
  9. Turnpike USA
  10. Deuces Wild
  11. Mustang
  12. Blueberry Hill
  13. Run Boy Run
  14. The Sweeper
  15. Hound Dog
  16. That'll be the Day
  17. The Fuzz
  18. Rawhide
  19. Draggin'
  20. Aces Wild
  21. The Rumble Man
  22. Copenhagen Boogie

tragabóiamarina!

domingo, 14 de outubro de 2012

Ravi Shankar - Sounds of India (1968)


Ravi Shankar é o grande nome da música indiana. Este dissco deve ser o melhor começo para tomar contato com a Cítara. Vale muito a pena escutar a faixa "An Introduction to Indian Music", onde Ravi explica algumas questões referentes aos ritmos e estruturação da música.

  1. An Introduction to Indian Music – 4:13
  2. Dádrá – 10:30
  3. Máru-Bihág – 11:44
  4. Bhimpalási – 12:13
  5. Sindhi-Bhairavi – 15:00


Tragabóiamarina!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

The Roots of Chicha - Psycchedelic Cumbias from Peru (2007)


 Se durante os anos 1960 aqui no Brasil teremos nossa mistura de Samba com Rock, no Peru o pessoal vai misturar cumbia com o rock que chegava pelas antenas dos rádios. Assim nasce a Chicha, ritmo famoso das selvas peruanas.

1. Sonido Amazonico - Los Mirlos
2. Linda Nena - Juaneco Y Su Combo
3. Carinito - Los Hijos del sol
4. A Patricia - Los Destellos
5. Sacalo Sacalo - Los Diablos Rojos
6. Ya Se Ha Muerto mi Abuelo - Juaneco Y Su Combo
7. El Milagro Verde - Los Mirlos
8. Para Elisa - Los Destellos
9. Linda Munequita - Los Hijos Del Sol
10. Muchachita del Oriente - Los Mirlos
11. Para Elisa - Los Destellos
12. Vacilando Con Ayahuesca - Juaneco Y Su Combo
13. El Guapo - Los Diablos Rojos
14. Mi Morena Rebelde - Eusebio y Su Banjo
15. Si Me Quieres - Los Hijos Del Sol
16. Me Robaron Mi Runa Mula - Juaneco Y Su Combo

17. La Danza de Los Mirlos - Los Mirlos

Traga bóia Marina!


Ps: problemas referentes ao Download informar nos comentários. 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Victor Jara - Geografia (1967)


 Victor Jara era um artista impressionante, multi instrumentista. De origem humilde, Jara galgou degraus no meio artístico chileno. Devido a seu envolvimento político escreveu o hino da Unidad Popular, liga partidária esquerdista chilena que levou Allende a presidência. Em 1973 junto com o golpe militar chileno, Jara fora assassinado pelos militares. Assim como Neruda, Victor Jara também era filiado ao Partido Comunista Chileno. Política a parte, a música de Victor Jara é muito bonita. Dou destaque para a dançante Jai Jai, onde se ouve um Charango nervoso!
    Como este chileno lançou mais de um disco no ano de 1967, não sei ao certo o nome deste disco, que parece ser Geografia, caso não, avise-me!

Ps: percebi agora que ripei sem a faixa 1, então, desculpas...




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sábado, 24 de dezembro de 2011

Spectrum - Geração Bendita

Trilha sonora do filme Geração Bendita, é isso ai bicho!, que é o primeiro filme hippie Brasileiro. O filme é uma boa idéia, mas as atuações deixam a desejar. A músicas não decepcionam em nada, muito boas. Pelo que encontrei na internet a banda Spectrum seria da comunidade Hippie que aparece no filme.


 traga a bóia marina!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Turtles - So Happy Together EP


 Há um episódio do That 70's Show musical, numa das cenas eles tocam a familiar música Happy together, que mais tarde ouvi num café em Montevideo. Por acaso visitando o saqueando a cidade encontrei esta inconfundível música. Na minha concepção esta é mais uma daquelas bandas dos 1960 vindas da califórnia, o que espero, não soe depreciativo.

  1. "So Happy Together" 2:53
  2. "We'll Meet Again" 2:28
  3. "Can I Get To Know You Better" 2:37
  4. "Like The Seasons" 1:51

Traga a bóia!